terça-feira, 9 de junho de 2009

... a alma do historiador é semelhante a  do leitor das páginas policiais dos jornais; elas são sempre iguais e são sempre interessantes, pois o cachorro esmagado hoje não é o mesmo de ontem, e, de uma maneira mais geral, porque hoje não é ontem.

Paul Veyne - Como se escreve a história; Foucault revoluciona a história. Trad. Alda Baltar e Maria Auxiliadora Kneipp. 2aª edição. Brasília: UNB, 1992

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