terça-feira, 31 de março de 2009

segunda-feira, 30 de março de 2009

"Globalização não é um conceito sério. Nós, americanos, o inventamos para dissimular nossa política de entrada econômica nos outros países." John Kenneth Galbraith, economista norte-americano. FOLHA DE S.PAULO, NOV 3, 1997

"Em vez de porta-aviões, os americanos hoje mandam Michael Jackson e Madonna para dominar o Brasil". Ariano Suassuna, teatrógo e romancista, que é contra a globalização cultural. FOLHA DE S.PAULO. Data de publicação: JUL 16, 1996

Meu riso...


"A humanidade se divide em dois grupos, os que concordam comigo e os equivocados".

Minha paz...



"Não dramatizes, não invoques, não indagues. Não percas tempo em mentir. Não te aborreças"

Photograph of Marcel Duchamp and Eve Babitz posing for the photographer Julian Wasser during the Duchamp retrospective at the Pasadena Museum of Art, 1963. 2000 Succession Marcel Duchamp, ARS, N.Y./ADAGP, Paris.

Desenho cubano, para Cem Anos de Solidão.

"O Coronel Aureliano Buendía arranhou durante muitas horas, tentando rompê-la, a dura casca da sua solidão. Os seus únicos momentos felizes, desde a tarde remota em que seu pai o levara para conhecer o gelo, haviam transcorrido na oficina de ourivesaria, onde passava o tempo armando peixinhos de ouro. Tivera que promover 32 guerras, e tivera que violar todos os seus pactos com a morte e fuçar como um porco na estrumeira da glória, para descobrir com quase quarenta anos de atraso os privilégios da simplicidade” (p. 166) Cem anos de Solidão. Gabriel Garcia Marquez.



O Olho é uma espécie de globo, é um pequeno planeta com pinturas do lado de fora. [...] Mas por dentro há outras pinturas, que não se vêem: umas são imagens do mundo, outras são inventadas. (Cecília Meireles)


Este Livro
Meu filho. Não é automatismo. Juro. É jazz do coração. É prosa que dá prêmio. Um tea for two total., tilintar de verdade que você seduz, charmeur volante, pela pista, a toda. Enfie a carapuça. E cante. Puro açúcar branco e blue.

Ana Cristina Cesar
Se um homem marcha com um passo diferente do dos seus companheiros, é porque ouve outro tambor. Henry Thoreau

domingo, 29 de março de 2009

"(...) mergulharam como tubarões mansos por baixo dos móveis e das camas e resgataram do fundo da luz as coisas que durante anos tinham-se perdido na escuridão."

Gabriel García Márquez

Atroz contradição a da cólera; nasce do amor e mata o amor .Simone de Beauvoir

"Amanheci em cólera. Não, não, o mundo não me agrada. A maioria das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam. Mentir dá remorso. E não mentir é um dom que o mundo não merece..."Clarice Lispector

sábado, 28 de março de 2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

E Ninguém é eu.

Ninguém é você.

Esta é a solidão.

Clarice Lispector


"Que saudade é o pior tormento, é pior do que o esquecimento, é pior do que se entrevar..."

quarta-feira, 25 de março de 2009


A Carlos Drummond de Andrade
João Cabral de Melo Neto

Não há guarda-chuva
contra o poema
subindo de regiões onde tudo é surpresa
como uma flor mesmo num canteiro.
Não há guarda-chuva
contra o amor
que mastiga e cospe como qualquer boca,
que tritura como um desastre.
Não há guarda-chuva
contra o tédio:
o tédio das quatro paredes, das quatro
estações, dos quatro pontos cardeais.
Não há guarda-chuva
contra o mundo
cada dia devorado nos jornais
sob as espécies de papel e tinta.
Não há guarda-chuva
contra o tempo,
rio fluindo sob a casa, correnteza
carregando os dias, os cabelos.

Texto extraído do livro "João Cabral de Melo Neto - Obra completa", Editora Nova Aguilar - Rio de Janeiro, 1994, pág. 79.

MATITA PERÊ


(...)
E por maus caminhos de toda sorte

Buscando a vida, encontrando a morte

Pela meia rosa do quadrante Norte João, João

Um tal de Chico chamado Antônio

Num cavalo baio que era um burro velho

Que na barra fria já cruzado o rio

Lá vinha Matias cujo o nome é Pedro

Aliás Horácio, vulgo Simão Lá um chamado Tião

Chamado João

Recebendo aviso entortou caminho

De Nor-Nordeste pra Norte-Norte

Na meia vida de adiadas mortes

Um estranho chamado João

No clarão das águas

No deserto negro

A perder mais nada

Corajoso medo

Lá quero ver você

Por sete caminhos de setenta sortes

Setecentas vidas e sete mil mortes

Esse um, João, João

E deu dia claro

E deu noite escura

E deu meia-noite no coração

Olerê, quero ver

Olerê

(...)

Matita Perê (Antonio Carlos Jobim e Paulo César Pinheiro)
Homenagem a: Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade e Mario Palmério.


Porque João sorria
Se lhe perguntavam
Que mistério é esse?
E propondo desenhos figurava
Menos a resposta que
Outra questão ao perguntante?

(...)
Ficamos sem saber o que era João
E se João existiu
De se pegar.


1967 - Carlos Drummond de Andrade
Sobre Guimarães Rosa
“Comigo as coisas não tem hoje e ant’ontem amanhã: é sempre. (...) O senhor por ora mal me entende, se é que no fim me entenderá. Mas a vida não é entendível.” João Guimarães Rosa (Grande Sertão: Veredas)
"Não é o objeto que importa, mas o olho. Se o olho estiver lá, o objeto será encontrado, e se você não tiver o olho, seja qual for o objeto, você não o encontrará". Fiodor Dostoieviski

segunda-feira, 23 de março de 2009

sábado, 21 de março de 2009

Orgulho e Preconceito



"(...) Botton mencionou a obra de Austen como exemplo para uma de suas teorias justamente quando tratava da forma em que determinados grupos se relacionam, um procurando ter status mais privilegiado que o outro, sempre de acordo com critérios pernósticos, superficiais e prosaicos. Nesse sentido, a literatura da escritora inglesa não poderia ter sido utilizada como melhor exemplo. Em outras palavras, é correto afirmar que, a despeito de não ter sido compreendida em seu tempo, Jane Austen foi quem mais habilmente soube decifrar os sentimentos, os desejos e as ansiedades dos grupos que viviam às voltas com a fogueira das vaidades e da ambição. Tratado de sociologia? Dissertação de Mestrado? Nada disso. Romance inglês, com ironia e sublime elegância. Antes dos adjetivos, o substantivo. A história de Orgulho e preconceito (Record, 2006, 430 págs.) se passa no século XVIII, na Inglaterra, e trata da trajetória de uma família, a um só tempo, comum e bastante peculiar. Comum porque na residência dos Bennet havia cinco moças que foram criadas com o único propósito de se casar. Peculiar porque essas cinco moças tinham outros atributos além da beleza, dentre os quais cabe destacar a inteligência e a argúcia para enxergar e compreender o caráter para além das palavras e do rígido código de cordialidade que os bons costumes estimavam na época. Cria-se um certo clima de expectativa quando a família Bennet, encabeçada pela matriarca, descobre que dois ricos e saudáveis rapazes (mr. Bingley e mr. Darcy) aparecem na região de Longburn, onde a família Bennet reside. Uma recepção logo é preparada e todas as irmãs, ávidas por um casamento (algumas mais do que outras, é verdade), comparecem. A intriga acontece justamente porque um dos rapazes, mr. Darcy, se mostra por demais orgulhoso para o gosto da família Bennet. E muito embora mr. Bingley caia nas graças dos Bennet, suas irmãs não apreciam tanto o seu interesse na bela Janet Bennet. Se o plot é aparentemente banal – afinal, relacionamentos sempre são permeados por intrigas, disputas e ciúmes – o que merece destaque no romance de Jane Austen é o fato de a autora conseguir contar essa história sem jamais descer o degrau da leveza. Há um tom delicado em sua narrativa que, se lido de outra forma, pode ser considerado arrogante e elitista. Trata-se, na verdade, de uma leitura equivocada, visto que a escritora propõe uma narração sóbria e bastante detalhada para que o leitor possa entender com argúcia o que cada trecho, cada gesto das personagens possa ser decifrada. É interessante observar, aliás, como esse viés de leitura em muito se assemelha com a história de Orgulho e Preconceito. Isso porque, assim como uma interpretação do estilo de Jane Austen pode fazer com que alguém pense ser arrogância a simples utilização de um estilo mais refinado, no romance, as personagens também se impressionam com a aparência e com o gênio aparentemente indomável de determinadas personas naquele círculo social. É o que acontece, por exemplo, com mr. Darcy, cujas atitudes fazem com que Elizabeth Bennet crie uma espécie de redoma sempre que tem de se dirigir a ele. Do mesmo modo, o próprio mr. Darcy começa a se sentir atraído pelo comportamento espirituoso e não menos contundente dessa Elizabeth. E o que era rejeição, pouco a pouco, passa a ser atração. Certamente, alguém dirá que é mais uma prova de que os opostos se atraem. Ou de que ninguém comanda o coração, nem mesmo a razão. Frases que se possuem algum sentido também são eivadas de um embasamento raso e mundano, o que definitivamente é rejeitado e criticado na obra de Jane Austen. Basta ver como a autora, a partir de suas personagens, ironiza a frivolidade e a fraqueza de caráter das pessoas. Nesse ponto, também é correto afirmar que o romance é uma crítica de costumes do seu tempo, uma vez que, pela imitação, chega a satirizar determinados tipos, como o do mr. Collins. Uma pessoa cujo único fim é atingir um status elevado na sociedade, descartando a importância de ter uma opinião mais profunda acerca do mundo que o cerca. Para Collins, o que vale são as aparências e a todo o momento ele quer aparecer como algo que, de fato, não é. Nesse embate constante entre ver e ser visto, a autora resolve com propriedade a relação existente entre o orgulho e o preconceito. É o que se lê no trecho a seguir: "A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho se relaciona mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós". Não consigo imaginar explicação tão sucinta ou mais exata. O relançamento de Orgulho e Preconceito aconteceu, coincidentemente ou não, no mesmo ano em que um filme baseado no romance de Jane Austen ganhou as telas do mundo todo, chegando até mesmo a concorrer a algumas estatuetas do Oscar. Não cabe aqui desmerecer o filme, dizendo que o livro é “certamente melhor do que sua adaptação”. Entretanto, não há dúvidas de que a obra da escritora inglesa possui refinamento e que proporciona um raro deleite aos amantes da literatura. Um livro para quem deseja ir além da aparência, dos clichês, sem qualquer preconceito".

“Eram como linhas pontilhadas; cabe a vocês continuá-las ou modificá-las”. (Foucault, 1979)

quinta-feira, 19 de março de 2009




"Nós morremos. Nós morremos ricos de amores e tribos, Sabores que engolimos, Corpos nos quais entramos E nadamos como rios; Nós somos os verdadeiros países, Não as fronteiras desenhadas nos mapas Com nomes de homens poderosos. Eu sei que você virá e me levará para o palácio dos ventos. É tudo o que eu queria: Andar nesse lugar com você Com amigos Uma terra sem mapas. A lâmpada se apagou E estou escrevendo Na escuridão..." - Anthony Minguella, na voz de Juliette Binoche e Kristin Scott Thomas. O Paciente Inglês

"Temo igualmente angústias e delícias. Nunca entendi o bocejo e o pôr-do-sol. Por absurdo que pareça, a gente nasce, vive,morre. Tudo se finge, primeiro; germina autêntico é depois. Um escrito, será que basta? Meu duvidar é uma petição de mais certeza." Guimarães Rosa

"A história que nos conduz e nos determina tem mais a forma de uma guerra do que de uma linguagem: relações de poder, não relações de sentido. A história não tem 'sentido' algum, no entanto isso não quer dizer que seja absurda ou incoerente." (Michel Foucault)

..."Pois logo a mim, tão cheia de garras e sonhos, coubera arrancar de seu coração a flecha farpada. De chofre explicava-se para que eu nascera com mão dura, e para que eu nascera sem nojo da dor. Para que te servem essas unhas longas? Para te arranhar de morte e para arrancar os teus espinhos mortais, responde o lobo do homem. Para que te serve essa cruel boca de fome? Para te morder e para soprar a fim de que eu não te doa demais, meu amor, já que tenho que te doer, eu sou o lobo inevitável pois a vida me foi dada. Para que te servem essas mãos que ardem e prendem? Para ficarmos de mãos dadas, pois preciso tanto, tanto, tanto - uivaram os lobos e olharam intimidados as próprias garras antes de se aconchegarem um no outro para amar e dormir. "(Trecho do conto 'Os desastres de Sofia', in "Felicidade Clandestina) Clarice Lispector

quarta-feira, 18 de março de 2009

O Leitor

Não li o romance O Leitor, apenas vi o filme, no Reserva Cultural. O filme é estrelado por Kate Winslet e Ralph Fiennes (Kate Winslet ganhou o oscar de melhor atriz esse ano por indicação neste filme). O romance acompanha o relacionamento de um adolescente alemão, Michael, que tem somente 15 anos, com Hanna, uma mulher 21 anos mais velha. Ambos vivem uma delicada e intensa relação amorosa, até que Hanna desaparece subitamente sem deixar pistas. Sete anos depois, Michael, agora estudante de direito, é convidado a tomar parte de um julgamento contra os criminosos do regime nazista. Ele descobre, para seu terror, que sua antiga amante é uma das acusadas pelos crimes. Essa segunda fase do filme, a partir do julgamento de Hanna, me pareceu ter influência da obra de Hannah Arendt, principalmente do que ela escreveu sobre o julgamento de Adolf Eichmann, em Jerusalém. O filme procura fazer uma reflexão sobre a "banalidade do mal", mas sem o mesmo êxito de Arendt. Vale a pena ler o livro para aprofundar a reflexão proposta pelo filme. (ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém – um relato sobre a Banalidade do Mal. São Paulo: Companhia das Letras, 1994).

domingo, 15 de março de 2009

O Tempo Como Problema

Que assunto mais familiar e mais batido nas nossas conversas do que o tempo? Quando dele falamos compreendemos o que dizemos. Compreendemos também o que nos dizem quando dele nos falam. (...) Se ninguém me perguntar eu sei, porém, se quiser explicar a quem me perguntar, já não sei. (...) Que é, pois, o tempo? Quem poderá explicá-lo claro e brevemente? [...] e que modo existem aqueles dois tempos – o passado e o futuro – se o passado já não existe e o futuro ainda não veio? Quanto ao presente, se fosse sempre presente, e não passasse para o pretérito, como poderíamos afirmar que ele existe, se a causa da sua existência é a mesma pela qual deixará de existir? ... O que agora transparece é que, não há tempos futuros nem pretéritos. É impróprio afirmar: Os tempos são três: Pretérito, presente e futuro. Mas talvez fosse próprio dizer: os tempos são três: presente das coisas passadas, presente dos presentes, presente dos futuros. Existem pois estes três tempos na minha mente que não vejo em outra parte: lembrança presente das coisas passadas, visão presente das coisas presentes e esperança presente das coisas futuras. Se me é lícito empregar tais expressões, vejo então três tempos e confesso que são três.
Agostinho de Hipona

Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos

(Roberto Carlos e Erasmo Carlos)

Um dia areia branca seus pés irão tocar
E vai molhar seus cabelos a água azul do mar
Janelas e portas vão se abrir prá ver você chegar
E ao se sentir em casa, sorrindo vai chorar
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história prá contar de um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade de ficar mais um instante
As luzes e o colorido que você vê agora
Nas ruas por onde anda, na casa onde mora
Você olha tudo e nada lhe faz ficar contente
Você só deseja agora, voltar prá sua gente
Debaixo dos caracóis...
Você anda pela tarde e o seu olhar tristonho
Deixa sangrar no peito uma saudade um sonho
Um dia vou ver você chegando num sorriso
Pisando a areia branca que é seu paraíso

sábado, 14 de março de 2009


Pra escrevê uma boa letra de samba a gente tem que sê em primeiro lugá anarfabeto.( Adoniran Barbosa )

Tinha a consciência limpa: não a usava nunca.

Stanilaw Jerzy Lec



Do rio que tudo arrasta se

diz que é violento

Mas ninguém diz violentas as

margens que o comprimem

Bertold Brecht

A Um Ausente (Carlos Drummond de Andrade)

Tenho razão de sentir saudade,

tenho razão de te acusar.

Houve um pacto implícito que rompeste

e sem te despedires foste embora.

Detonaste o pacto.

Detonaste a vida geral,

a comum aquiescência

de viver e explorar os rumos de obscuridade

sem prazo, sem provocação

até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.

Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.

Que poderias ter feito de mais grave

do que o ato sem continuação, o ato em si,

o ato que não ousamos nem sabemos ousar

porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,

de nossa convivência em falas camaradas,

simples apertar de mãos, nem isso, voz

modulando sílabas conhecidas e banais

que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.

Sim, acuso-te porque fizeste

o não previsto nas leis da amizade e da natureza

nem nos deixaste sequer o direito de indagar

porque o fizeste, porque te foste.

Minha paixão da adolescência... e continua sendo até hoje...

"Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida".
Carlos Drummond de Andrade

Um pouco do que estou lendo...

Nietzsche, Friedrich. Humano, Demasiado Humano. Um livro para espíritos livres.
"O maior progresso feito pelo homem foi aprender a raciocinar corretamente. Isso não é coisa tão natural como supõe Schopenhauer, ao dizer que "capazes de raciocinar são todos, de julgar, poucos"; mas foi algo aprendido tardiamente, e que até hoje não predomina. Nos tempos antigos a regra era o falso raciocínio: e as mitologias de todos os povos, sua magia e superstição, seus cultos religiosos, seu direito, são as inesgotáveis jazidas de provas de tal afirmação". Pag. 170.

sexta-feira, 13 de março de 2009

"Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada,
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, (...)
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo"

(autor desconhecido)

quarta-feira, 11 de março de 2009

" Como pode alguém sonhar o que é impossível saber? Não te dizer o que eu penso já é pensar em dizer e isso, eu vi, o vento leva! Não sei mais... sinto que é como sonhar... que o esforço pra lembrar é a vontade de esquecer..." Los Hermanos - O Vento


terça-feira, 10 de março de 2009

Quando calo...

Não quero respostas, nem meias palavras
Quero também o seu silêncio
Porque nele nos encontramos
Quando nada mais faz sentido.