sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Pablo Neruda, o poeta das coisas

E foi naquela Época... A poesia chegou me procurando. Eu não sei, não sei de onde ela veio, se de um inverno ou de um rio. Eu não sei como nem quando. Não, não eram vozes, não eram palavras, nem silêncio; mas de uma rua eu fui chamado abruptamente dos ramos da noite, dos outros, no meio de um tiroteio violento, e num retorno solitário lá estava eu sem um rosto... e ela me tocou.

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