domingo, 6 de setembro de 2009

...essa paixão pelo mundo e pelo tempo. Essa visão escondida por detrás dos óculos. Essa taça fina e quase vazia. Sempre acontece algo que é de mim pra mim mesma. Não faz frio, nem calor, mas há uma sensação de aconhego que nem sei explicar. As coisas quando são vazias assustam. Não dá pra ficar calado. São tantas vidas e tantas cores, tantas palavras escritas e ditas, tantos sons e movimentos. Uma nova descoberta daquela história que se julgava perdida. E uma certa paz que vem da solidão e dos livros. Um domingo chuvoso, triste, pessoas que se vão... tempo que escorre pelas mãos, mas também forte e inexplicável, eterno para aqueles que enchergam de olhos fechados.

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