terça-feira, 2 de dezembro de 2008


Abro as veias: irreprimível, Irrecuperável, a vida vaza. Ponham embaixo vasos e vasilhas! Todas as vasilhas serão rasas, Parcos os vasos. Pelas bordas - à margem - Para os veios negros da terra vazia, Nutriz da vida, irrecuperável, Irreprimível, vasa a poesia.(1934)
Tradução de Augusto de Campos
Nova Antologia Poesia Russa Moderna Editora Brasiliense/1985

Nenhum comentário:

Postar um comentário