sábado, 7 de abril de 2012

(...)
Pois de tudo fica um pouco
Fica um pouco do teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados
nas folhas, mudas, que sobem.
(...)

Carlos Drummond de Andrade

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